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@zeca19950's TikTok video "O caso aconteceu em Paranapanema, no interior de São Paulo. Ângela Diniz Marques tinha 48 anos e trabalhava na limpeza do Hospital Municipal Leonardo Van Melis. No dia 29 de janeiro de 2026, ela recebeu uma dose da vacina contra a dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan. Segundo a filha, os primeiros sintomas começaram aproximadamente duas semanas depois. Ângela teria apresentado manchas espalhadas pelo corpo, dores de cabeça, dores pelo corpo e dificuldade para andar. Depois, começaram os vômitos, suor intenso e palidez. Ela procurou justamente o hospital onde trabalhava. De acordo com a família, Ângela recebeu um medicamento contra náuseas e vômitos e foi liberada. Mas o estado dela piorou rapidamente. A filha afirma que a família chegou a chamar uma ambulância, mas uma profissional teria se recusado inicialmente a atendê-la porque Ângela havia faltado ao plantão no hospital naquele dia. Quando parentes chegaram à casa dela, Ângela já estava desacordada. Ela foi levada novamente ao hospital e depois transferida para a Santa Casa de Avaré. Lá, inicialmente surgiram suspeitas de meningite e AVC. Posteriormente, o quadro também passou a ser investigado como possível encefalite pós-vacinal e vasculite periférica com trombose. Ângela m0rr3u no dia 1º de março. Antes mesmo da m0rt3 da mãe, a filha já havia procurado a polícia para denunciar uma possível negligência no atendimento. Depois, o caso passou a ser investigado também como m0rt3 suspeita. E o caso de Ângela ganhou repercussão nacional porque ela não foi a única pessoa a apresentar um quadro grave após receber a vacina. Em junho, o Ministério da Saúde interrompeu temporariamente o uso da Butantan-DV depois do registro de 42 casos com sinais de alerta entre aproximadamente 500 mil pessoas vacinadas. Três eram considerados graves e dois envolviam m0rt3s sob investigação. Mas existe uma informação essencial: Até agora, não foi comprovado que a vacina tenha causado a m0rt3 de Ângela. A própria Anvisa abriu uma investigação para descobrir se existia alguma relação entre o imunizante e esses eventos raros, enquanto o Ministério da Saúde afirmou que a suspensão foi tomada por precaução. A família de Ângela, por outro lado, também questiona a forma como ela foi atendida e acredita que possíveis falhas no atendimento podem ter prejudicado o tratamento. Agora, a investigação precisa responder duas perguntas diferentes: o que realmente provocou o quadro de Ângela e se houve alguma falha médica durante as tentativas de atendimento. #Noticias #noticiasdehoje #fatosbizarros #noticiasBizarras #CasosReais" has 947 views, 12 likes, 0 comments, 1 shares in the public metrics captured by this index. That is an engagement rate of 1.37% (likes, comments and shares over views). It was posted 9 days ago and runs 0 seconds. It has been saved 3 times.
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