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Em janeiro de 2009, Adina Feitor Porto, de 34 anos, saiu para atender um cliente. Comerci… — @zeca19950

Publicado el 19 oct 2026 (hace 13 días)0 s1,169 visualizaciones

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19 oct 2026

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El vídeo de TikTok de @zeca19950 “Em janeiro de 2009, Adina Feitor Porto, de 34 anos, saiu para atender um cliente. Comerciante e estudante de Direito, ela não voltou para casa. Seu corpo foi encontrado dias depois, em Sarzedo, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A identificação exigiu exames de impressões digitais. Naquele momento, o caso ainda não revelava toda a dimensão da violência que atingiria outras mulheres nos meses seguintes. Em 17 de abril de 2009, Ana Carolina Menezes Assunção, de 27 anos, foi abordada quando estava em seu carro com o filho pequeno. O homem simulou um 4ss4lto e a levou para outro local, onde a 3stupr0u e a 3str4ngulou com um cadarço de tênis. Quando o caso foi descoberto, o bebê, de aproximadamente 14 meses, estava vivo sobre o corpo da mãe. A criança não havia sofrido ferimentos. Meses depois, em 17 de setembro, Maria Helena Lopes Aguilar, de 49 anos, também foi 4ss4ssin4da. Ela foi encontrada dentro do próprio carro, em Belo Horizonte, 3str4ngulada com o cinto de segurança. Em outubro, Natália Cristina de Almeida Paiva, de 27 anos, desapareceu. Seu corpo foi encontrado em uma área de mata na região de Ribeirão das Neves e acabou enterrado como indigente. A família só conseguiu identificá-la meses depois. Em novembro, foi a vez de Edna Cordeiro de Oliveira Freitas, de 35 anos. Contadora, ela foi encontrada m0rta em uma estrada de terra na região de Nova Lima. Seu carro havia sido localizado no dia anterior, em Contagem. O celular, porém, havia desaparecido. Cinco mulheres. Cinco histórias interrompidas. E uma sequência de crimes que começava a revelar um padrão. O responsável era Marcos Antunes Trigueiro, que ficou conhecido como Maníaco de Contagem ou Maníaco do Industrial. Ele abordava mulheres que estavam sozinhas em seus veículos, geralmente simulando 4ss4ltos. Depois, as levava para locais isolados, onde cometia vi0lênci4 s3xu4l e as matava por 3str4ngulament0. Os celulares das vítimas eram levados após os 4t4ques. A polícia começou a relacionar os casos quando percebeu semelhanças entre as cenas dos crimes. A perícia encontrou material genético do mesmo homem em três vítimas, reforçando a suspeita de que os 4ss4ssinat0s tinham um único autor. Mas havia outra pista: os telefones desaparecidos. O rastreamento dos aparelhos ajudou os investigadores a avançar até Trigueiro. Um dos celulares roubados chegou a ser encontrado em uso por uma pessoa próxima a ele, conforme relatos da investigação. As evidências genéticas e o padrão dos 4t4ques fortaleceram o cerco policial. Em 26 de fevereiro de 2010, Marcos foi preso no bairro Lindeia, em Contagem. Segundo as reportagens da época, ele foi encontrado escondido debaixo de uma cama. Durante o depoimento, confessou os cinco 4ss4ssinat0s. A investigação também revelou que ele já havia se envolvido em um latrocínio em 2004, quando o taxista Odilon Eustáquio Ribeiro foi m0rto. Trigueiro havia sido preso naquele caso e posteriormente solto. Esse antecedente passou a ser lembrado nas discussões sobre a sequência de crimes que veio depois. A prisão não encerrou imediatamente a história. Os cinco 4ss4ssinat0s foram julgados separadamente, e as condenações se estenderam até fevereiro de 2018, quando ele recebeu a última sentença, pelo caso de Adina. Somadas, as penas pelos cinco crimes chegaram a 161 anos, nove meses e dez dias de reclusão. Em 2025, Trigueiro voltou a falar sobre os crimes em uma entrevista ao programa Doc Investigação, da Record. Ao comentar as vidas que tirou, declarou: “É uma vida que se foi. Não tem como voltar atrás, é como um tir0”. Em outubro de 2026, a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais confirmou que ele continuava preso em regime fechado no Presídio Inspetor José Martinho Drumond, em Ribeirão das Neves. A investigação chegou ao fim com a identificação do responsável e as condenações pelos cinco 4ss4ssinat0s. Mas, para as famílias, nenhuma sentença poderia devolver as mulheres que perderam.” tiene 1,169 visualizaciones, 22 me gusta, 0 comentarios y 0 compartidos en las métricas públicas registradas por este índice. Eso equivale a una tasa de interacción de 1.88% (me gusta, comentarios y compartidos sobre visualizaciones). Se publicó hace 13 días y dura 0 segundos.

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Preguntas frecuentes

¿Cuántas visualizaciones tiene este vídeo de TikTok?
La captura indexada aquí registra 1,169 visualizaciones, 22 me gusta y 0 comentarios.
¿Quién publicó este vídeo de TikTok?
Lo publicó @zeca19950, cuyo perfil está enlazado en esta página.
¿Cuál es la tasa de interacción de este vídeo de TikTok?
Según las métricas registradas, la tasa de interacción es de 1.88% (me gusta + comentarios + compartidos sobre visualizaciones).
¿Cuándo se publicó este vídeo de TikTok?
Se publicó el 2026-10-19, hace 13 días.